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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

053ª REUNIÃO DE FORMAÇÃO + CONFRATERNIZAÇÃO (08/12/2015)


CONFRATERNIZAÇÃO PIBID 2015: Largo da Carioca


Serviço: 
Autoria do texto: equipe PIBID, Subprojeto História
Relações públicas e secretariado de agosto: Maria Elisa Santos
Revisão textual: Euzebio Fernandes de Carvalho

Lago da Carioca (Foto tirada por: Elivan)
     Iniciamos as atividades às nove horas da manhã. Tivemos no primeiro momento o termino dos relatórios do PIBID do segundo semestre e além disso tivemos uma avaliação individual de cada bolsista com o Prof. Euzebio, lembrando que neste encontro somente quatro bolsistas compareceram que foi eu Maria Elisa, o Elivan, a Jaqueline e a Jessica, os outros bolsistas como a Samara e a Isabella justificou que iria se ausentar neste dia por motivos pessoais.
     Esta reunião foi importante e significante porque além de marca o último encontro do ano de 2015, ela se despede pelo motivo do termino da graduação das bolsistas Maria Elisa e da Jaqueline. É por este motivo que no período vespertino as 15h nos reunimos no Largo da Carioca na Cidade de Goiás para fazer uma confraternização e a despedida das bolsistas. Fizemos um lanche e ficamos lá a tarde toda. Além de nós, os bolsistas e do Prof. Euzebio, tivemos a presença do aluno de cinema do IFG Rafael que fez companhia para nós toda a tarde. Foi uma tarde bastante divertida.
     Este momento de confraternização exterior aos espaços de estudo, de leitura, representa também um momento de aprendizado porque é com ele que construímos ainda mais nossos laços afetivos entre o grupo, que possibilitam nós nos conhecerem melhor, além de que nós aprendemos na conversa informal outros valores com as pessoas presentes.
Confraternização PIBID
     Pensando sobre estes dois anos como bolsista do PIBID pude perceber um satisfatório crescimento tanto no sentido intelectual, profissional mesmo e também no sentido humano de ver o mundo, ver as pessoas. Estando no projeto tive a oportunidade de conhecer lugares e pessoas que talvez não conheceria sem as possibilidades oferecidas por este programa. Ao longo desde dois anos foram várias eventos participados, apresentando trabalho ou como ouvinte, foram eventos gratificantes de se estar, pois representou um amadurecimento para nós enquanto graduandos. Vejo que meu crescimento dentro do PIBID se deve muito ao modo de trabalho do Coordenador prof. Euzebio, aquele sempre compromisso de acreditar que as pessoas tem potencial, às várias leituras que nos cobravam e a orientação para não perdermos as oportunidades. Se tinha um evento nós estávamos lá, e ainda por cima apresentando trabalho. Tenho muito a agradecer, tanto ao projeto, tanto ao Prof. Euzebio e aos colegas bolsistas que estiveram juntos até o momento. Sucesso a todos. 

Frequência: Maria Elisa, Jessica, Jaqueline, Prof. Euzebio, Elivan, Rafael.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

48ª REUNIÃO DE FORMAÇÃO (09/09/2015)

APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS (SLIDES) PARA O EVENTO DE MORRINHOS 
(IV Simpósio Nacional I Internacional de História da UEG - 15 a 18 de setembro)

Autoria do texto: equipe PIBID, Subprojeto História
Relações públicas e secretariado de Setembro: Maria Elisa Santos
Revisão textual: Maria Cristina Rodrigues Evangelista

No período matutino, realizamos uma roda de conversa para avaliamos nossas atitudes dentro do projeto. Isto tudo ocorreu, pelo fato de que uma das integrantes do grupo veio a se desvincular. O Coordenador. Euzebio explicou uma série de questões sobre metodologia aplicada para desenvolvemos as atividades, trabalhos e oficinas. E questionou o que achávamos da metodologia de trabalhar desenvolvida no grupo, cada um expôs seu ponto de vista. Deixamos claro que o projeto PIBIB, contribuiu e muito para nossa formação enquanto futuros professores, na escrita, na fala, e também no conhecimento adquirido em relação a educação étnico-racial. O professor questionou se a cobrança por parte dele esta sendo excessiva. Expomos que a cobrança é na medida necessária para o bom desenvolvimento do projeto, pois é por ela que construímos formas de resistência e compromisso em nossas atividades.

Como planejado, neste encontro iríamos apresentar o material de trabalho, em que vamos apresentar no evento de Morrinhos (IV Simpósio Nacional I Internacional de História da UEG) nos dias 15 a 18 de setembro. Cada um construiu telas em power pointÉ bom lembrar que nosso coletivo esta semana ocorreu na quarta-feira (09/09/2015), pelo fato do feriado de 07 de setembro ter sido na segunda-feira, ficando complicado o deslocamento de nossas cidades para o 


Evento que irá acontecer em Morrinhos
campus (em nosso grupo boa parte dos integrantes são de cidades circunvizinhas à Cidade de Goiás). 
Eu Maria Elisa fui a primeira a exibir trabalho, que tem por título “Teoria dos Movimentos Sociais e as ações políticas do Grupo: Movimentos de Mulheres Negras Dandara no Cerrado em Goiânia (2002-2012)”; o segundo foi o Elivan com “Cabelo Afro: valorizar o volume”, este trabalho é fruto de uma oficina que realizamos no ano de 2014 no Colégio Estadual Dr. Albion de Castro Curado escola campo do projeto o tema “Cabelo Afro”; ainda no período da manhã a bolsista Jessica apresentou sua pesquisa “Religiosidades amefricanas na sala de aula: relato de experiência”, tendo por tema central: educação (ensino de história) e religião de matriz amefricana.
Prof. Euzebio fazendo considerações nos slides
Na parte da tarde fizemos uma rodada de leitura sobre os contos do livro (Mitolologia Iorubá). Neste dia terminamos os contos destinado a Exu, que eram “Exu ajuda um mendigo a enriquecer” e “Exu vinga-se e exige o privilegio das primeiras homenagens”, ao ler este dois, fizemos uma retomada das principais características desse Orixá, que são: a primazia (deve ser agradecido e reverenciado primeiro) e também é a entidade que vive nos espaços exteriores, nos espaços públicos, pois ele é o senhor dos caminhos, guardião. A saudação para Exu se diz: Laroiê!
Ao terminarmos os contos de Exu, iniciamos os contos de Ogum, características: Orixá do ferro e nervoso, a sua saudação é: Ogunhê. E antes de ser ferreiro era caçador, por isso que é assimilado a natureza. Os contos apresentados sobre Ogum foram: “Ogum da aos homens o segredo do ferro”; “Ogum torna rei de Irê”; “Ogum mata seus súditos e é transformado em Orixás”; “Ogum faz instrumentos agrícolas para Oxaguiã”.
Logo após a bolsista Patrícia apresentou seu trabalho para o professor Euzebio para as devidas correções. E os outros pibidianos presentes realizaram as  correções necessária nos trabalhos. Em todos os trabalhos o professor Euzebio fez considerações importantes sobre a estrutura e construção dos slides.
Frequência: Maria Elisa, Elivan, Jéssica, Samara, Patrícia, Prof. Euzebio, a Jaqueline não compareceu, pois estava realizando uma atividade em outra cidade para a UEG.

GALERIA DE IMAGENS

Roda de conversa na parte da manhã

Exibição do trabalho de Maria Elisa



Explicação do Prof. Euzebio sobre os termos usados por Rüsen

Leitura dos contos




Jessica exibindo o trabalho




quarta-feira, 19 de agosto de 2015

46ª REUNIÃO DE FORMAÇÃO (18/08/15)

Serviço: 
Autoria do texto: equipe PIBID, Subprojeto História
Relações públicas e secretariado de agosto: Elivan Andrade
Revisão textual: Maria Cristina Rodrigues Evangelista


Neste dia nosso trabalho no período matutino foi dedicado a rever o planejamento de atividades para o segundo semestre, foi necessário algumas alterações (calendário do segundo semestre abaixo). Em seguida, o professor Euzebio indicou material (textos) para a oficina que realizaremos. 

Em seguida, foi feita a leitura de contos do livro "Mitologia dos orixás" de Reginaldo Prandi. Cada um dos PIBIDIANOS presentes leu um conto do odu de de Exú. Foram eles: "Exú corta o nariz de artesão que não fez ebó prometido", "Exú não consegue vencer a morte", "Exú põe Orunmilá em perigo e depois o salva", "Exú instaura conflito entre Iemanjá, Oyá e Oxum", "Elegbará devora até a própria mãe", "Exú provoca rivalidade entre duas esposas" e "Exú torna-se o amigo predileto de Orunmilá".
Em seguida, continuamos com os estudos sobre a Didática da história, a partir das leituras da obra de Rüsen, com as apresentações de Jade e Jessica, que finalizaram essa etapa de estudos.

Durante a tarde realizamos uma visita à Escola Pluricultral Odé Kayodê, do Espaço Cultural Vila Esperança, na cidade de Goiás.
A Odé Kayodê é uma escola comunitária e tem como diferencial (em relação às outras escolas tidas como "convencionais") a abertura que dá à temática indígena e afrobrasileira. A estrutura da escola é muito parecida com a de uma casa. As salas de aula recebem nomes de pássaros. E o espaço que é comum à todos é chamado de passaredo. Diferente das escolas convencionais, os encontros na Odé Kayodê são feitos sempre em roda, que dá o sentido de igualdade e contato com todos.  Tivemos um momento de conversa com a Professora "Mik", que expôs resumidamente como é o funcionamento da escola. 





Frequência: Elivan Andrade, Jaqueline Morais, Maria Elisa Santos, Jessica Soares, Jade Damásio, Patricia Marques, Luqueze.






terça-feira, 11 de agosto de 2015

45ª REUNIÃO DE FORMAÇÃO + ATO PÚBLICO (11/08/2015)

Serviço: 
Autoria do texto: equipe PIBID, Subprojeto História
Relações públicas e secretariado de setembro: Elivan Andrade
Revisão textual: Maria Cristina Rodrigues Evangelista 

Esta foi nossa primeira reunião do segundo semestre. As atividades foram desenvolvidas em horários diferente, às 16hs na UEG, para participarmos do ato público com integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) de Aparecida de Goiânia e Faina às 18hs.
Durante a reunião, o Prof.º Euzebio retomou à algumas atividades em atraso, como as apresentações dos novos bolsistas para o blog e a atualização do currículo lattes. Ficou acertado que continuaremos com os estudos sobre Didática da História (Rüsen, 2007) na próxima reunião. Em seguida, repassamos o Planejamento de atividades 2015 segundo semestre, datas dos projetos a serem desenvolvidos no semestre e as datas dos eventos e viagens que iremos participar. 
Em seguida, fomos recepcionar o grupo do MTST de Aparecida de Goiânia que havia chegado no Campus, quando o Prof. Euzebio ressaltou a importância da manifestação, o líder do grupo expôs sobre a importância do ato ser pacífico, ressaltando que eram todos pais de famílias, trabalhadores que teriam que trabalhar no dia seguinte. 

Profº Euzebio se apresentando ao Grupo MTST. (Foto: Elivan Andrade)

Conversa com o Grupo MTST. (Foto: Elivan Andrade)

Líder do Movimento fala da preocupação com agressões físicas.
 (Foto: Elivan Andrade)

Integrantes do MTST Ap. de Goiânia. (Foto: Elivan Andrade)

Oração antes da saída.  (Foto: Elivan Andrade)



















Após este momento, nos organizamos com faixas e cartazes, encaminhamos para o Largo do chafariz, local marcado para nós encontrarmos, em seguida fomos em direção ao Palácio Conde dos Arcos, nesse momento se juntou à nós o MTST de Faina.
A manifestação ocorre na data de abertura do FICA, que é quando haveria maior número de pessoas na cidade e também esperávamos que o governador estivesse presente.
Seguimos em caminhada até o Palácio Conde dos Arcos, onde ficamos por um longo tempo. Havia grande número de policiais, que fizeram um cordão impedindo que nos aproximássemos das entradas. Fomos informados que somente a secretária de educação do estado Raquel Teixeira estava presente. Nenhum representante oficial do governo se dispôs a receber os manifestantes ou seus representantes.
As lideranças populares presentes representantes do movimento falaram da importância do ato daquela noite, da união de duas frentes, uma pela educação e outra pela necessidade de um teto e pela reforma agrária.
Bandeira do MTST. (Foto: Elivan Andrade)

Na foto, integrante do MTST, Wariane, Werika, Jessica e Jaqueline.
(Foto: Elivan Andrade)


Jaqueline e Maria Elisa, com cartaz "Educação na rua, governo a culpa é
sua". (foto: Elivan Andrade)

Aos fundos, MTST de Faina. (Foto: Elivan Andrade)



Presença: Elivan, Jaqueline, Maria Elisa, Jade, Jessica, Wariane, Victor, Wérica, Patrícia, Luqueze. Obs.: Victor compareceu apenas à reunião.

terça-feira, 30 de junho de 2015

44° Reunião de Formação e Confraternização na Cachoeira da Sotá (30/06/2015)

Serviço: 

Autoria do texto: equipe PIBID, Subprojeto História
Relações públicas e secretariado de Junho: Jessica e Patricia
Revisão textual: Maria Cristina

No último encontro do 1º semestre, continuou-se o seminário de Formação em Didática da História. A bolsista Wariane retomou sua apresentação, iniciada na semana anterior.  Em seguida o professor Euzébio explicou a parte dos Colegas que não puderam estar presente. As partes explicadas foram as seguintes: “a- O aprendizado histórico corresponde ao aumento da experiência”, na qual a partir da experiência histórica é possível perceber a diferença no tempo, e o “b- O aprendizado histórico resulta em aumento da competência interpretativa.”, no qual é possível entender os modelos de constituição de sentido, podendo, até, modificar os modelos tradicionais de interpretação (religiosa e cultural).  Logo após a bolsista Patrícia exemplificou o terceiro termo; “c- O aprendizado histórico acarreta aumento da competência de orientação.”, que seria a incorporação dos dois primeiro termos na vida prática. 

Orixá Oxum
   No período Vespertino, ocorreu a confraternização na cachoeira do Sotá, e também a comemoração do aniversario da bolsista Jéssica. O Almoço foi feito pela professora Maria Cristina, com os seguintes pratos: galinhada, farofa, creme de abóbora e salada tropical.
Para finalizar foram lidos, diversos contos yorubás referentes a orixá Oxum e discutimos sobre eles. Depois, nos divertimos tomando banho. O relacionamento com os amigos foi especial, as horas acabaram se tornando inesquecíveis.



Galeria de Fotos: 
Cachoeira da Sotá



Wariane e Jaqueline 



Patricia e a neta da Cristina








Almoço na Cachoeira da Sotá

José, Euzebio e Wariane

Oferenda para Oxum

Maria Elisa e Jessica

Maria Elisa, Wariane, Euzebio, Jessica e José




Maria Elisa Santos: É sempre bom terminamos nossas atividades com sabor de dever cumprido. Neste primeiro semestre realizamos atividades que teve grandes repercussões na vida das pessoas, como palestras e oficinas. Isso para nós é muito gratificante, e tudo isso que estamos realizando e ao mesmo tempo aprendendo, é graças ao PIBID e claro a interferência do Coord. Euzebio Carvalho. Esta confraternização fez nós do grupo nos aproximarmos ainda mais, criando um maior vínculo de amizade.
Elivan Andrade: Encerramos da melhor forma possível um semestre cheio de atividades e compromissos. A Sota é lugar maravilhoso, com pedras e água gelada. O almoço feito pela Maria Cristina estava delicioso. Como disse o Profº Euzebio, momentos de confraternização são muito importantes. Tivemos durante todo o semestre momento bons, mas também de estresse e cansaço, então é preciso momentos de descanso e comemoração juntos, como esse dia. 

terça-feira, 23 de junho de 2015

43° Reunião de Formação e Realização do Projeto Erê (23/06/2015)

Serviço: 

Autoria do texto: equipe PIBID, Subprojeto História
Relações públicas e secretariado de Junho: Jessica e Patricia
Revisão textual: Maria Cristina

Cantora Clementina de Jesus  


No período da manhã teve a leitura do Conto “Eleguá ajuda Orunmilá a ganhar o cargo de adivinho”, que foi depois discutido pelo grupo. Em seguida a análise da música, “Boca de Sapo”, cantada por Clementina de Jesus e João Bosco. A manhã terminou com a apresentação da bolsista Wariane da subseção “As três dimensões de aprendizado da formação histórica” que compõem o capitulo 02 “Didática - funções do saber histórico”, do livro História Viva de Jörn Rüsen.


Cartaz de divulgação do evento
 No período Vespertino houve a realização do projeto Erê com a presença da Erika Santos, empresária da marca “Njinga moda Afro”. Em um primeiro momento ela realizou uma conversa levantando questionamentos sobre: “Identidade Negra”, “racismo”, “ancestralidade”. Após ela apresentou o documentário “A deusa do Ébano”, que retrata um concurso de mulheres negras. O documentário deu espaço para ela concluir a conversa e os questionamentos levantados anteriormente, contando com a participação do publico. 

A segunda parte foi a Oficina de Ojá, onde a Erika ensinou diversos modelos de ojás, feitos com vários tipos de tecidos. Nesse momento da atividade, as pessoas envolvidas se reversaram para fazer o ojá uma da outra. O momento da atividade, além é claro de trazer um conhecimento sobre a cultura africana, e a valorização em relação a ela, proporcionou alegria e um contato muito positivo. O envolvimento e interesse das pessoas, que aprenderam a fazer ojá brincando e se divertido, trouxe para a atividade um sentido de respeito e valorização diante daquilo que estava sendo aprendido.

Galeria de Fotos: 
Erika durante a Oficina de Ojá

Euzebio e Jade


 
Participantes e bolsistas durante a oficina

Participantes na escolha dos tecidos

Elivan, Victor, Jessica, Maria Elisa, Jaqueline e Tauany


Maria Elisa Santos: Nós pibidianos juntamente com nossa convidada Erika Santos, realizamos uma oficina de turbante, aprendemos vários modelos legais que com certeza nos interliga com a cultura africana. E isso é muito bom, pois quando nos sentimos bem com uma cultura diferente da nossa, é sinal que estamos abertos para receber o outro sem discriminação e preconceito, várias pessoas, participantes, se interessaram em aprender como fazer o Ojá (turbante) sentimos muito felizes com o abraço cultural que todos deram.